Instalada no teto da galeria, esta peça cria um universo onírico que confronta a lógica com o delírio. As figuras flutuantes e os elementos dissonantes habitam um espaço onde a gravidade simbólica é suspensa.

A Jaapana propõe aqui um mundo em que a fantasia deixa de ser evasão e passa a ser estrutura. O impossível, neste caso, é simplesmente natural.